22 Dec, 2014

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Pela continuidade da Polícia Militar

EDITORIAL - Visão do Correio.

Indignadas com a sucessão de escândalos de corrupção na Petrobras, descobertos pela Polícia Federal na Operação Lava-Jato, as pessoas de bem correm o risco de não perceberem a gravidade de uma armação que atenta contra uma das maiores carências do cidadão brasileiro: a segurança pública.

Trata-se de um movimento patrocinado por parlamentares ligados ao atual comando do país e por ativistas de ideologias antidemocráticas que não medem consequências para implantar seus projetos de poder. Querem acabar com as polícias militares.

Especialistas em desconstruir reputações, essas pessoas desenvolveram um discurso sedutor, de aparência politicamente correta, para desmoralizar as PMs, supervalorizando deslizes localizados que, infelizmente, ocorrem em qualquer atividade humana.

E quando não ocorrem, é fácil produzi-los. Basta provocar o confronto, reagindo às ações destinadas a expulsar marginais de áreas habitadas por cidadãos honestos, cumprir decisão judicial de desocupação de propriedades públicas ou privadas e controlar manifestações que se tornam violentas.

A estratégia é passar para a população a ideia de que o policial militar é o bandido - não o traficante, o estuprador, o latrocida ou os políticos curruptos.

Mas ao cidadão atento não escapa a evidência de que se trata de uma tentativa sórdida de remover uma barreira incômoda aos que pretendem aumentar a concentração de poder em Brasília, atropelar as leis, desmoralizar a Justiça e, assim, quebrar a ordem institucional.

Tradição no Brasil desde os tempos coloniais, as forças policiais militares tiveram a sua missão, assim como a das polícias civis, confirmada pela Constituição "Cidadã" de 1988. As PMs são treinadas e armadas para fazer o policiamento ostensivo e executar ações que exigem o braço forte do Estado em defesa do cidadão.

As polícias civis cumprem indispensável papel de investigação e levantamento de provas e evidências que vão fundamentar as denúncias do Ministério Público à Justiça. Devem, portanto, dispor de aparato técnico e científico que aumente a eficiência de suas ações de inteligência.

Essa origem constitucional tem blindado as PMs dos ataques, às vezes sorrateiros, dos interessados em extingui-las, ou desarmá-las (o que daria no mesmo). Mas eles não desistem. Sempre que surge uma oportunidade, retomam o discurso e os projetos no Congresso. As manifestações de rua de 2013, por exemplo, foram amplamente usadas por esse lobby contra as PMs, como se os black blocs fossem os mocinhos e os policiais os bandidos.

Se forem desarmadas, é de se imaginar os militares da Rotam do Distrito Federal, em operações contra o tráfico (que já movimenta anualmente R$ 700 milhões, ou 0,5% do PIB local) nos arredores mais violentos de Brasília, oferecendo rosas em troca de armas e drogas ilegais. Ou o pessoal da PM mineira dialogando com os marginais que infernizam as famílias de quase todos os 853 municípios do estado, para que façam a gentileza de deixar o rendoso negócio do crack.

Com nossas fronteiras abertas ao contrabando de armas sofisticadas, descontinuar ou desarmar as PMs será deixar o cidadão vulnerável aos bandidos e as cidades entregues aos vândalos.

Fonte: CORREIO BRAZILIENSE - 16/12/2014

Fonte da Foto: Veja. 

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Que país é esse?

 

"Em seguida imolará o novilho diante do SENHOR, e os filhos de Arão, os sacerdotes, oferecerão o sangue. Eles o derramarão ao redor, sobre o altar que se encontra na entrada da Tenda do Encontro". (Levítico 1:5)

No final de 2014 circularam diversas notícias na mídia brasileira acerca da letalidade das ações policiais havidas no país. De acordo com tais notícias, lastreadas em contagens estatísticas, 2013 acumularia mais de duas mil mortes resultantes de ações policiais, ao que equivaleria uma média de seis mortes diárias. A conclusão a que se chega, de acordo com algumas manchetes, é que "a polícia brasileira mata muito" ou "mata mais que...".

O que essa totalização de números permite aduzir, mais além de que "a polícia brasileira mata muito"? Várias outras conclusões, mais holísticas e contextuais, depuradas de uma instintiva perplexidade e indignação que nos ponha de imediato à cata do bode expiatório mais à mão – a própria polícia. É necessário prudência, portanto, temperada com um pouco mais de reflexão (e talvez imparcialidade), para não extrair dos dados brutos conclusões recheadas de preconceitos ideológicos, lugares-comuns sobre uma "polícia malvada" – frequentadora assídua da mídia sensacionalista e da violência espetacularizada.

Dados estatísticos, conforme vai referido na literatura especializada (inclusive por Evan Esar), possibilitam o estabelecimento de diferentes recortes e leituras (inclusive da parte dos experts no assunto). Em econometria, equivalentemente, existiria até mesmo o recurso a uma "contabilidade criativa" permitindo "engendrar conclusões" partindo de categorias de dados que seriam de igual maneira "recriadas". Ora, é por demais sabido que existe considerável variabilidade de métodos e técnicas de pesquisa, incluindo o respectivo processamento de dados, produzindo grande diversidade na interpretação de coisas como escalas internacionais, regionais e locais de índices, aí incluída a "letalidade por homicídios produzidos em situações de confronto direto com a polícia" -- os mais que discutidos "autos de resistência".

A par dos números apresentados na mídia, a primeira e mais imediata reação, no arco-reflexo do senso comum, é diagnosticar um descontrole estatal no uso legítimo da força, com a violência policial (ou "demasiada violência") incidindo sobre a nação como um flagelo. Os dados frios das estatísticas, no entanto, parecem esconder a dura realidade da atuação policial em meio a uma sociedade em que são aniquilados mais de 50 mil cidadãos ao ano (nos chamados "homicídios dolosos"), sem que a história do país registre qualquer conflito generalizado de caráter ideológico, religioso, racial ou étnico.

Num país cujo índice de homicídios dolosos (25,2 mortes por 100 mil habitantes) ultrapassa em mais do dobro o limite a partir do qual a Organização Mundial de Saúde entendeu por bem caracterizar como estado de 'violência endêmica' (dez mortes por 100 mil habitantes), pergunta-se: nessa conjuntura do Brasil de 2013, seria humanamente possível uma redução significativa da letalidade policial? Talvez o fosse, aumentando a sua própria mortalidade (de 490 policiais mortos em 2013, segundo a mídia), quiçá privando o policial do direito à legítima defesa e de si e de terceiros, na inglória tarefa de promover a observância da lei e a manutenção da ordem pública. E parece temerário fazer comparações da letalidade policial no Brasil com a de outros países, sem levar em consideração outras variáveis culturais, sociais e econômicas (o 'coeteris paribus').

É curioso que, apresentados os dados estatísticos, boa parte da mídia tenha replicado a questão do custo financeiro da violência (algo em torno de R$ 258 bilhões, ou seja, quase 6% do PIB) como estratégia para chamar a atenção das autoridades públicas para o assunto. Como se os gastos com 'remédio' merecessem alguma preocupação em face de uma 'doença fatal'. Enquanto vidas são ceifadas em escala verdadeiramente industrial, instilando o "pânico moral" (salve-se quem puder...) e "medo do crime" (a exemplo do "toque de recolher" determinado por organizações criminosas em várias comunidades), causando dramas individuais, familiares e prejuízos emocionais irreparáveis, a preocupação de alguns parece recair sobre aspectos econômicos do problema, sugerindo a velha tese de que o bolso é o órgão mais sensível do corpo humano – pelo menos, enquanto há vida.

Vale mencionar a estimativa de estupros ocorridos no mesmo período, que, considerando não apenas os casos notificados mas também as cifras ocultas (ou "cifras negras"), pode chegar a cerca do triplo do número de homicídios dolosos (algo ao redor de 150 mil ocorrências...). Não diferente, o elevado quantitativo de mortes no trânsito (mais de 40 mil ocorrência em 2013) é outra realidade não computada e que, associado aos demais números, sugere um quadro de violência estrutural e sistêmica no país. Em meio a essa verdadeira 'guerra com mortes' estão as corporações policiais do país, matando e morrendo, sem deixar, porém, de cumprir sua missão. Não parece razoável tomar os integrantes das polícias como 'pontos fora da curva' da moralidade média do meio social brasileiro, associando-os às práticas criminosas que se afiguram em variadas frentes e por diferentes origens.

Tanto a violência quanto a polícia, supostamente a ela associada, pareceriam sugerir, contemporaneamente, ideias e sentimentos aversivos da parte do público. Nada mais natural, portanto, que venha se tornando "politicamente correto" esposar ideias e insuflar sentimento de revolta contra as instituições policiais, seus prepostos, instrumentos, métodos, técnicas e procedimentos operacionais de intervenção. Ainda assim, a fronteira do 'politicamente correto' é uma linha que se move (Clive Anderson).

Sim, tais linhas e limites de aceitação popular, inclusive acerca da própria polícia, de fato se movem, conjuntamente, diante do patamar geral de violência, crime e desordem que afeta a todos brasileiros indistintamente. E isso inclui, paradigmaticamente, os respectivos índices de mortes violentas, quer sejam elas por homicídios dolosos, ou culposos, da não menos cruenta letalidade do trânsito. Muito provavelmente, ao todo, perfazendo mais de 100 mil mortes anuais...

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A influência das novelas na sociedade

Os danos causados pela tv na vida das crianças são enormes. Cuide dos seus filhos!Os danos causados pela tv na vida das crianças são enormes. Cuide dos seus filhos!

A sociedade, hoje, está em constante transformação e evolução, mas muitas destas mudanças não trazem benefícios para nós, cristãos, porque os valores éticos estão sendo distorcidos. Um exemplo clássico, presente nos lares brasileiros, são as novelas que, atualmente, vem construindo uma ideologia de antivalores.

Enquanto a Igreja procura evangelizar as pessoas para que possam viver uma vida segundo os ensinamentos deixados por Jesus Cristo, a maioria das novelas tem o papel de deturpar os valores cristãos como a instituição da família.

Para refletir sobre a influência das novelas e a descaracterização dos valores, convidamos padre Paulo Ricardo para participar do podcast da redação.

Ouça, na íntegra, a entrevista com padre Paulo Ricardo.

Segundo o sacerdote, existem estudos como o da pesquisa do 'Banco Interamericano de desenvolvimento', os quais comprovam que as novelas, realmente, podem gerar nas pessoas essas mudanças de comportamento.

"Sem dúvida alguma, isso é uma realidade que já está comprovada inclusive com estudos. Existe um estudo profundo que mostra como as novelas da Globo, durante as década de 70 e 80, alteraram o comportamento das famílias. Um estudo comprovado cientificamente pode medir exatamente a diferença de comportamento entre as pessoas, podendo ser comparado com o sinal da TV Globo, pois, naquela época, as novelas eram as que mais dominavam e o sinal não era forte em todos os lugares do país. Onde o sinal era fraco, o comportamento foi menos alterado, mas onde o sinal era mais forte, o comportamento alterou-se mais", citou padre Paulo.
Outro ponto abordado durante a entrevista é o fato de que, hoje, as crianças e os adolescentes acompanham novelas e seriados que mostram uma realidade distorcida de família e relacionamentos. O sacerdote alerta que quanto mais cedo as crianças forem expostas a esses valores não cristãos, provavelmente, se tornarão jovens e adultos influenciados por esse ambiente apresentado pelas novelas.

"A realidade das crianças é diferente da dos adultos, porque este tipo de programação tem em vista mudar o comportamento do adulto. Já para as crianças, o objetivo é moldar o comportamento delas desde cedo. A própria forma como aquela criança vai crescendo e vendo o mundo já é distorcido por essa nova realidade e esses desvalores que estão destruindo as famílias", destacou o sacerdote.
Diante de toda realidade apresentada pelas novelas e programas de entretenimento, é preciso que nós, como cristãos, não percamos a essência do que é seguir as doutrinas da Igreja e não nos deixarmos ser influenciados pela mídia.

"Não tenham medo de ser família. Sejam família, gastem-se para seus filhos, educando-os para tê-los consigo o quanto mais vocês puderem. Quem educa o filho não é o videogame, a novela, o joguinho e nada disso, mas o convívio harmonioso com os pais", disse padre Paulo.


Fonte: Christo Nhill Preaponere

Para saber mais assista ao vídeo:

 

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